Programação fnec 2026
26/03
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- Teatro São José
- Centro Cultural Belchior
- Kuya Escadaria
- Painel
- Plenária
- Plenária Final
- Palestra
- Reunião
- Keynote
- Oficina

O painel tem como objetivo apresentar uma perspectiva complementar ao debate sobre equidade de gênero já presente na programação da FENEC. Enquanto o outro painel abordará principalmente as barreiras estruturais enfrentadas pelas mulheres na economia circular, a proposta do Instituto Elas na Economia Circular é discutir as contribuições e capacidades das mulheres para acelerar a transição circular. A ideia é destacar características frequentemente associadas à atuação feminina, como mobilização social, educação, escuta, cocriação e articulação, como potenciais vantagens para o avanço da economia circular.

Posiciona a economia circular como política urbana estruturante — não projeto ambiental, mas modo de organizar serviços, infraestrutura e investimentos para gerar eficiência e qualidade de vida. Discute como transformar resíduos, limpeza urbana, compras públicas e gestão de materiais em estratégia integrada de circularidade, integrando catadores e cooperativas ao desenho — enfrentando enchentes, informalidade, ilhas de calor e desigualdade territorial com justiça.

Debate como a bioeconomia — ancorada em territórios, sociobiodiversidade e cadeias locais — gera desenvolvimento com justiça territorial, renda e conservação. O Nordeste já possui uma base potente: Caatinga, agricultura familiar, pesca artesanal, gastronomia e bioprodutos. O desafio é destravar a agregação de valor no território — assistência técnica, acesso a mercados, financiamento, certificações e governança que proteja os bens comuns e os direitos das comunidades.

Reconhece e fortalece a economia solidária — com centralidade nas catadoras — como infraestrutura estratégica das cidades circulares. Parte de um ponto essencial: não existe economia circular real sem trabalho digno e justiça social. Catadoras e cooperativas sustentam serviços ambientais e recuperação de materiais, mas enfrentam barreiras estruturais: precarização, racismo ambiental, violência de gênero e falta de acesso a crédito, equipamentos e políticas públicas integradas.

Destaca municípios e territórios como atores insubstituíveis na linha de frente da transformação ecológica. A proximidade com os cidadãos e o conhecimento dos recursos locais tornam a esfera municipal catalisadora de soluções tangíveis. Serão exploradas formas concretas de impulsionar a circularidade — da gestão de resíduos ao saneamento ecológico e ao fomento de cadeias de valor regionais — inspirando modelos de resiliência replicáveis em qualquer território.

Desmistifica a implementação da economia circular colocando a coletividade como força motriz. Apresenta como indivíduos, comunidades, empresas e instituições colaboram para criar e escalar soluções circulares — de redes solidárias a ecossistemas de inovação aberta. Explora casos práticos de impacto local em comunidades periféricas, quilombolas e sertanejas, mostrando como a coletividade gera renda, resiliência climática e inclusão com justiça territorial.

Coloca no centro a circularidade que gera renda no território: moda, costura e artesanato como infraestrutura social e econômica — não como tendência. Articula políticas públicas, economia solidária e redes produtivas com protagonismo de mulheres e comunidades. Debate os arranjos que sustentam a renda circular — formação, crédito, compras públicas e cooperativismo — e como escalar essas soluções sem apagar identidades culturais nem precarizar o trabalho.

Debate como geodados — sensoriamento remoto, mapeamentos participativos e indicadores territoriais — fortalecem a resiliência climática da Caatinga e qualificam decisões de política pública. Parte do princípio de que não existe transição ecológica justa sem inteligência territorial. Os dados, bem governados, apoiam ações concretas: gestão da água, resposta a secas e ondas de calor, conservação, agricultura resiliente e planejamento urbano-rural no bioma mais estratégico do Nordeste.

Debate como fortalecer a economia popular — microempreendedores, trabalhadores informais e iniciativas comunitárias — como eixo de uma transição ecológica justa. A economia popular sustenta grande parte da vida urbana, mas opera com baixo acesso a crédito, assistência técnica e compras públicas. É também onde emergem soluções concretas de circularidade: reparo, reuso, costura, reciclagem e comércio local — com potencial real de gerar renda, reduzir resíduos e dinamizar economias de bairro.

Debate o papel estratégico dos observatórios de políticas públicas na transformação ecológica. A discussão explora como coleta, análise e interpretação de dados robustos subsidiam políticas mais eficazes, garantindo que ações de Economia Circular sejam embasadas em resultados mensuráveis. Serão apresentados modelos que contribuem para transparência, monitoramento contínuo e replicação de boas práticas — facilitando a adaptação de estratégias rumo a um futuro regenerativo.

Reúne lideranças para debater como a transição energética e a reindustrialização podem ser aceleradas por modelos produtivos circulares — com inovação, competitividade, empregos e redução de emissões. Sai do discurso para instrumentos concretos: descarbonização industrial, simbiose industrial, circularidade de materiais, logística reversa, rastreabilidade e desenvolvimento de competências locais — conectando energia limpa, cadeias de suprimento e política pública no território.

Através de uma visão geral e crítica da aplicação do conceito de Justiça Multiportas no Brasil, o painel procura evidenciar elementos de exclusão social no acesso à Justiça. Expõe a pluralidade de métodos de solução de conflitos fora do Judiciário e alternativas de democratização desse acesso. Realça a vocação da mediação para restauração de relações estabelecidas em empreendimentos sociais e a arbitragem especializada e acessível como ferramenta para restringir o espaço de decisões sem conformidade técnica que impactam negativamente o setor.

O painel aborda a Caatinga como um ativo global, destacando seu potencial para impulsionar novas economias baseadas na biodiversidade, na restauração ecológica e no uso sustentável dos recursos naturais. A partir de diferentes perspectivas, a discussão explora caminhos para valorização do bioma, geração de renda nos territórios e inserção em cadeias produtivas éticas e regenerativas. Também serão debatidos os desafios e oportunidades para posicionar a Caatinga no centro das agendas de conservação, desenvolvimento e economia da natureza.

Debate como transformar a logística reversa em infraestrutura efetiva da economia circular — com governança justa, metas claras e inclusão produtiva. Logística reversa é responsabilidade pós-consumo distribuída entre empresas, poder público, consumidores e cooperativas de catadores. Para funcionar, exige desenho operacional concreto: pontos de entrega, contratos, remuneração justa, rastreabilidade e integração com serviços urbanos.

O painel aborda o papel das infraestruturas verdes como estratégia integrada para promover a circularidade e fortalecer a adaptação climática nos territórios. A partir da articulação entre dados, planejamento e soluções baseadas na natureza, a discussão explora caminhos para enfrentar desafios urbanos e regionais relacionados à água, resíduos, saneamento e resiliência climática. Também serão debatidas as interseções entre políticas públicas, inovação e governança, evidenciando como diferentes escalas de atuação podem contribuir para a construção de sistemas mais sustentáveis, inclusivos e preparados para os impactos das mudanças climáticas.

Reúne representantes da Finep, Banco Palmas e Banco do Nordeste para apresentar mecanismos de crédito e instrumentos de apoio à inovação em cadeias produtivas circulares — com foco em reciclagem, gestão de resíduos e tecnologia. Conecta essas iniciativas à Estratégia Nacional de Economia Circular, destacando o papel do Ministério da Fazenda e do BNDES na mobilização de capital e estruturação de mercados para a transição ecológica regional.

O painel conecta os debates internacionais sobre o tratado global de combate à poluição por plásticos com os desafios e oportunidades de implementação nos territórios do Nordeste. A partir da perspectiva da logística reversa e da gestão de resíduos, a discussão aborda como traduzir compromissos globais em ações concretas, considerando cadeias produtivas, inclusão socioeconômica e inovação. Também serão explorados caminhos para fortalecer políticas públicas, integrar diferentes atores e posicionar a região de forma estratégica na agenda internacional da economia circular.

Propõe olhar a escola como infraestrutura estratégica de transição — onde políticas públicas, ciência, comunidade e economia local se encontram para testar soluções circulares reais. Estudantes, educadores, catadores e empreendedores cocriam práticas concretas: hortas, compostagem, reuso, reparo, energia e educação ambiental integrada ao currículo. A escola como laboratório vivo do território, fortalecendo uma cultura de cuidado e inovação cotidiana nas cidades.

Propõe um passeio pelos conceitos essenciais da Economia Circular e seu papel para as Economias da Vida. Aborda a transição do modelo linear para um sistema circular, onde o valor de produtos e materiais é mantido em ciclos fechados — eliminando resíduos e poluição por design e regenerando sistemas naturais. Demonstra como os princípios se aplicam em diferentes setores e escalas, traduzindo teoria em ações transformadoras concretas.

Integrar para Transformar é o momento de culminância, onde a inteligência coletiva gerada ao longo do Fórum se transforma em manifesto e ação. Na última plenária do dia, realizaremos uma síntese viva que integra política, ciência, mercado e ancestralidade.Mais do que uma sessão de encerramento, esta plenária é um chamado à co-responsabilidade. Vamos consolidar os aprendizados de todos os eixos para afirmar que a prosperidade humana só é possível se estiver intrinsecamente ligada à regeneração dos ecossistemas e à justiça territorial. É o momento de selar o pacto onde o “integrar para transformar” deixa de ser conceito e passa a ser a régua de todas as nossas decisões para o ciclo 2026-2030.

No Fórum Nordeste de Economia Circular (FNEC Ceará 2026), teremos a realização de oficinas ministradas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), em parceria com o Comitê Estadual de Negócios de Impacto (CENI), por meio da Secretaria do Desenvolvimento Econômico (SDE). As atividades serão conduzidas por Giselle Vianna, Coordenadora-Geral de Economia Verde e de Impacto do MDIC, e contarão com a participação ativa das instituições membros do CENI, que atuarão de forma colaborativa na construção de estratégias voltadas à regionalização e municipalização das políticas de impacto no Ceará. A proposta é engajar os atores institucionais na formulação de ações concretas para ampliar a adesão dos municípios à agenda de economia circular, fortalecendo a implementação de políticas públicas no território.

No estilo TED Talk, a Fundação Ellen MacArthur apresenta pesquisa sobre biomateriais na transição circular da América Latina. Debate o desalinhamento entre políticas de economia circular e materiais de base biológica — fibras têxteis, madeira, couro, borracha, papel e celulose — e as oportunidades perdidas. Aponta prioridades de ação para alinhar agendas, gerar resiliência territorial e escalar impacto econômico e ambiental no Sul Global.

Carolina Grottera apresenta os fundamentos e avanços do Plano de Transformação Ecológica como política de Estado para um novo modelo de desenvolvimento sustentável. A exposição aborda a Taxonomia Sustentável Brasileira, a reforma tributária e seus efeitos sobre cadeias produtivas — especialmente a reciclagem — mostrando como a articulação entre políticas nacionais e iniciativas regionais impulsiona investimentos e oportunidades na transição ecológica.

Discute como as relações internacionais precisam ser reconfiguradas diante da crise climática e das novas “globalizações”. O foco é construir uma diplomacia decolonial, capaz de deslocar o eixo do poder e reconhecer que a transição ecológica justa depende de novas alianças — entre territórios, povos, cidades, estados subnacionais, redes da sociedade civil e organismos multilaterais.A plenária parte de um ponto-chave: não existe transformação ecológica sem disputa de narrativa, recursos e legitimidade global. E o Nordeste não pode entrar nesse cenário como “beneficiário” de cooperação, mas como produtor de soluções, com autoridade moral e técnica ancorada em justiça territorial, cultura, biodiversidade e inovação social. Serão explorados caminhos concretos de atuação internacional dos entes subnacionais: acordos de cooperação técnica, captação de recursos, inserção em redes internacionais, diplomacia cultural, e pactos transfronteiriços por economia circular e regeneração

A palestra do Ministério da Fazenda abordará como o planejamento de longo prazo é crucial para fomentar as Novas Economias nos territórios, integrando-as às “Economias da Vida”. Focará em políticas fiscais, incentivos econômicos e instrumentos financeiros que podem impulsionar a transição para modelos produtivos sustentáveis e regenerativos. A discussão visa demonstrar o papel estratégico das finanças públicas na criação de um ambiente favorável ao desenvolvimento territorial, promovendo a inovação, a equidade e a resiliência econômica, alinhado aos desafios climáticos e sociais.

No Fórum Nordeste de Economia Circular (FNEC Ceará 2026), teremos a realização de oficinas ministradas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), em parceria com o Comitê Estadual de Negócios de Impacto (CENI), por meio da Secretaria do Desenvolvimento Econômico (SDE). As atividades serão conduzidas por Giselle Vianna, Coordenadora-Geral de Economia Verde e de Impacto do MDIC, e contarão com a participação ativa das instituições membros do CENI, que atuarão de forma colaborativa na construção de estratégias voltadas à regionalização e municipalização das políticas de impacto no Ceará. A proposta é engajar os atores institucionais na formulação de ações concretas para ampliar a adesão dos municípios à agenda de economia circular, fortalecendo a implementação de políticas públicas no território.
ATIVIDADE RESTRITA PARA ENTIDADES E CONVIDADOS

O painel discute o papel do hidrogênio verde como vetor estratégico para a descarbonização de setores de difícil abatimento de emissões, com foco no contexto do Nordeste brasileiro. A partir das oportunidades de desenvolvimento econômico e inserção em cadeias globais, o debate também problematiza os impactos territoriais dessa nova agenda energética, refletindo sobre infraestrutura, uso de recursos naturais e dinâmicas locais. Busca-se ainda compreender como garantir que os benefícios dessa transição sejam distribuídos de forma justa, promovendo inclusão, geração de trabalho e desenvolvimento sustentável nos territórios.

No Fórum Nordeste de Economia Circular (FNEC Ceará 2026), teremos a realização de oficinas ministradas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), em parceria com o Comitê Estadual de Negócios de Impacto (CENI), por meio da Secretaria do Desenvolvimento Econômico (SDE). As atividades serão conduzidas por Giselle Vianna, Coordenadora-Geral de Economia Verde e de Impacto do MDIC, e contarão com a participação ativa das instituições membros do CENI, que atuarão de forma colaborativa na construção de estratégias voltadas à regionalização e municipalização das políticas de impacto no Ceará. A proposta é engajar os atores institucionais na formulação de ações concretas para ampliar a adesão dos municípios à agenda de economia circular, fortalecendo a implementação de políticas públicas no território.

Esta plenária convida a uma profunda reflexão sobre a urgência da Justiça Climática, questionando os “modos de viver” que impulsionaram a crise global e propondo caminhos para uma transição equitativa. A discussão enfatizará como as comunidades globalmente mais vulneráveis são desproporcionalmente afetadas pelos impactos climáticos, buscando não só reconhecer injustiças, mas também propor ações transformadoras que promovam o bem-estar de todos os povos e ecossistemas. Com a Justiça Climática como um pilar das “Economias da Vida”, a sessão explorará a revisão de nossos padrões e a adoção de novos “modos de viver” regenerativos, inspirados pela sabedoria ancestral, guardada até aqui pelos povos que dependem dos ecossistemas vivos, e pela resiliência de diversas culturas, mobilizando para uma ação imediata em prol da dignidade humana e da saúde planetária.

Explora a sinergia entre Economia Circular e Cidades Sustentáveis como imperativo para as Economias da Vida. A discussão aborda como as cidades podem se tornar ecossistemas regenerativos, integrando infraestrutura verde, saneamento ecológico e gestão eficiente de materiais ao planejamento urbano. Serão apresentadas estratégias e inovações para tecer futuros mais resilientes e circulares — equilibrando desafios globais com soluções locais e inspirando a cocriação de laboratórios vivos de sustentabilidade.

Analisa a reconfiguração industrial sob a lente da neoindustrialização circular. Debate sobre como os princípios da Economia Circular podem acelerar a Nova Indústria Brasil, transformando o Nordeste em polo de produção descarbonizada, design regenerativo e digitalização. Explora tecnologias limpas e materiais da sociobiodiversidade para destravar instrumentos de fomento que garantam eficiência de recursos, justiça territorial e regeneração ambiental.
27/03
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- Centro Cultural Porto Dragão
- Hub Cultural Porto Dragão
- Teatro Antonieta Noronha
- Teatro São José
- Centro Cultural Belchior
- Kuya Laboratório
- Banco Palmas
- Escola de Gastronomia Social Ivens Dias Branco
- Complexo Ambiental da Sabiaguaba
- Painel
- Plenária
- Plenária Final
- Palestra
- Oficina
- Tira dúvidas
- Circuito Fnec

Uma discussão orientada a entregáveis sobre como financiar a transição ecológica justa no Nordeste. O debate parte de um diagnóstico estratégico: a transição exige recursos massivos, mas eles precisam ser inteligentes e territoriais. Serão explorados modelos como crédito verde, fundos de impacto, compras públicas e filantropia, priorizando o Nordeste como polo de inovação e conservação — conectando capital a impacto mensurável em comunidades, cadeias produtivas e ecossistemas.

Afirma uma verdade prática: a transição circular já acontece no Nordeste, em grande parte, pelas mãos de mulheres — nas cooperativas, nos territórios, na economia do cuidado e no empreendedorismo. Debate como transformar esse protagonismo em política de escala, enfrentando barreiras estruturais: desigualdade no acesso a crédito, trabalho invisível, sub-representação e violência — fortalecendo a liderança feminina como infraestrutura da circularidade e da justiça climática.

Enfrenta o miolo operacional do saneamento: como empresas estaduais, municipais e privadas estruturam investimento, operação e regulação para ganhar escala e universalizar serviços. Debate modelos de atuação — regionalizações, concessões, PPPs e contratos de performance — e os desafios de redução de perdas, digitalização e modernização, alinhando escala com justiça tarifária, qualidade do serviço e resiliência climática nos territórios.

Conecta economia circular à regeneração como estratégia territorial — recuperar ecossistemas, proteger a água e valorizar cultura como infraestrutura de adaptação climática. A circularidade orientada pela vida atua em três camadas inseparáveis: água, biodiversidade e cultura. Demonstra como políticas e cadeias produtivas podem regenerar territórios no Nordeste, combinando dados, ciência cidadã e práticas locais para gerar impacto mensurável e justiça territorial.

Reúne lideranças da sociedade civil, movimentos sociais e negócios de impacto para afirmar que a transição circular é um imperativo coletivo — onde comunidades e organizações de base são protagonistas inegociáveis. Explora experiências concretas de cooperativas, coletivos e movimentos que transformam teoria em ação em comunidades periféricas, quilombolas, indígenas e sertanejas, traduzindo aprendizagens em recomendações que fortaleçam a participação social como infraestrutura da transição ecológica.

Uma oportunidade de capacitação diretamente com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
Durante o FNEC 2026, acontece a Oficina sobre a Lei de Incentivo à Reciclagem, conduzida por Liége Castelani — analista de infraestrutura do Departamento de Gestão de Resíduos do MMA — e Vanessa Costa. A oficina será realizada em dois blocos e é voltada especialmente para cooperativas, catadores e empreendedores que atuam ou desejam atuar com reciclagem.
Com especialização em logística reversa, incentivos à reciclagem e economia circular, Liége representa o ministério em eventos e debates sobre gestão de resíduos no Brasil. Junto com Vanessa, as facilitadoras conduzirão um espaço prático e aprofundado para compreender o funcionamento desse mecanismo e discutir caminhos concretos para ampliar iniciativas de reciclagem e circularidade nos territórios.
O que você vai encontrar nesta oficina:
Entendimento da Lei de Incentivo à Reciclagem e seus mecanismos
Diálogo direto com representante do MMA
Caminhos para aplicar a lei na realidade de cooperativas e empreendimentos de reciclagem
Troca entre facilitadoras, especialistas e participantes do campo
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A atividade convida jovens a refletirem — e a atuarem — sobre seu papel na construção de políticas públicas voltadas à gestão de resíduos, enfrentamento das mudanças climáticas e promoção da economia circular.
Não se trata de escutar sobre políticas. A proposta é ocupar o espaço onde elas são feitas. A partir de uma simulação de audiência pública ou conselho deliberativo, cada participante assume um papel real: juventude, catadores, poder público, setor privado, comunidade.A oficina busca fortalecer a participação social e estimular o protagonismo juvenil nos processos de decisão que impactam seus territórios — de dentro para fora, com proposta na mão.
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Grupos sub-representados enfrentam barreiras reais para incidir sobre políticas públicas de economia circular — barreiras que raramente aparecem nos documentos oficiais. Esta oficina foi desenhada exatamente para tornar essas barreiras visíveis e transformá-las em insumo qualificado para mudança.
Em formato de laboratório participativo, a sessão combina apresentação conceitual e escuta ativa estruturada: você conhece o “Guia de Boas Práticas para Incidência Efetiva”, em elaboração pelo PromEC com apoio da GIZ, e contribui diretamente para que ele reflita a realidade de quem atua no território.
As dificuldades burocráticas, demandas concretas e experiências exitosas levantadas na oficina serão sistematizadas e incorporadas ao Guia — garantindo que o produto final tenha genuína aderência às necessidades da sociedade civil organizada.
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O que seria descarte pode se tornar produto. O que parece fim pode ser começo. Essa oficina propõe uma experiência formativa onde teoria e prática se encontram nas mãos — literalmente.
Facilitada por Kátia dos Santos, João Silva e Rosemary Costa, a atividade percorre os fundamentos do reaproveitamento de materiais — lonas, tecidos e sobras — com técnicas de costura aplicadas à criação de novos objetos. Não é apenas sobre fazer: é sobre ver de outro modo o que já existe.
Em 150 minutos de imersão prática, os participantes passam por momentos teóricos e vivências de corte, montagem e acabamento — cada um saindo com um produto feito por suas próprias mãos e uma nova perspectiva sobre o que é possível fazer com o que sobra.
VAGAS ESGOTADAS

Propõe discutir como os princípios da economia circular podem ser reinterpretados em uma ótica decolonial a partir das realidades sociais, culturais, produtivas e ambientais do Brasil, especialmente no contexto do Nordeste. Moderado por Fernando Yuri Silva dos Anjos, o diálogo será estruturado a partir de seis elos da economia circular tropicalizada brasileira: industrial, criativo, humanizado, justo, inclusivo, ancestral e solidário, assim o elo industrial, voltado à inovação produtiva e eficiência de recursos; o criativo, associado à cultura, design e novos usos de materiais; o humanizado, que valoriza as pessoas e o trabalho; o justo, relacionado à equidade socioambiental; o inclusivo, que reconhece o protagonismo de diferentes atores sociais; e o ancestral e solidário, que resgata saberes tradicionais e práticas coletivas. O painel buscará evidenciar como esses elos se conectam para construir uma circularidade adaptada às condições tropicais, fortalecendo cadeias produtivas locais, promovendo justiça socioambiental e ampliando oportunidades de desenvolvimento sustentável.

Esta plenária explora os desafios e as vastas oportunidades da Economia Circular no setor de infraestrutura, fundamental para o avanço das “Economias da Vida”. A discussão abordará como o design, a construção, a manutenção e a desativação de infraestruturas podem ser repensados para minimizar impactos ambientais, otimizar o uso de recursos e gerar valor sustentável. Serão analisadas inovações em design circular, materiais regenerativos e modelos de negócios que promovam a longevidade e a circularidade, transformando o setor em um vetor de desenvolvimento ecológico e de bem-estar em escala global.

Em parceria estratégica com o 3º Fórum Nordeste de Economia Circular, o Movimento Nacional ODS Ceará propõe uma visão disruptiva: o Terceiro Setor não é apenas “ajuda” — é estratégia. No contexto da economia circular, as organizações sociais funcionam como o elo que conecta investimento a impacto, política pública ao cidadão e meta global à realidade do território cearense.
O que você vai encontrar:
A Era da Cooperação — Como o Eixo 5 (Governança Participativa) serve de motor para a Agenda 2030 no Ceará.
Três Frentes Estratégicas — O papel do Terceiro Setor como articulador (traduzindo a linguagem da ONU para as comunidades), garantidor de transparência e expert de território.
Casos Práticos no Ceará — Exemplos reais de Arranjos Produtivos Locais (APLs) e redes de monitoramento que integram o setor público e privado.
“Não existe desenvolvimento sustentável sem governança participativa, e não existe economia circular sem transparência e colaboração.”

Reposiciona água e saneamento como infraestrutura crítica da transição ecológica. Parte de uma premissa objetiva: não há política climática efetiva sem segurança hídrica e resiliência urbana, especialmente em territórios vulnerabilizados por secas, ondas de calor e alagamentos. Debate reuso de água, soluções baseadas na natureza, manejo de águas pluviais e governança para universalização — transformando saneamento em política de adaptação climática e saúde pública com justiça territorial.

Enfrenta o principal gargalo da transição ecológica: não é falta de agenda — é falta de costura. Debate como integrar clima, economia circular, saneamento, indústria e cultura em uma arquitetura de governo com metas, orçamento e capacidade de execução. Explora modelos de coordenação intersetorial — comitês, câmaras técnicas, planos integrados e compras públicas estratégicas — que transformam a agenda ecológica de tema de secretaria em estratégia de Estado.

Apresenta respostas concretas ao desafio de acesso ao crédito para empreendimentos solidários. O painel explora a sociedade garantidora de crédito — figura jurídica pouco conhecida no setor — como solução construída a partir das particularidades da economia solidária. Inclui o modelo operacional e contratual desenvolvido, além do compartilhamento de resultados alcançados em empreendimentos e famílias contempladas no Norte e Nordeste: Bahia, Pará, Tocantins, Rondônia, Maranhão e Ceará.

O painel discute o papel dos negócios de impacto na transformação dos territórios, destacando iniciativas que combinam viabilidade econômica com geração de valor socioambiental. A partir da articulação entre empreendedores, investidores, instituições e políticas públicas, o debate aborda como fortalecer ecossistemas de impacto no Nordeste, impulsionar soluções inovadoras para desafios locais e ampliar oportunidades de desenvolvimento sustentável, inclusivo e orientado para as economias da vida.

Apresenta uma visão de inteligência territorial que vai além da tecnologia: territórios inteligentes combinam dados, governança, cultura e cuidado para reduzir vulnerabilidades e fortalecer economias locais. Afirma o Nordeste como laboratório de soluções — onde inovação é capacidade de articular pessoas e instituições em torno do bem comum. Debate caminhos concretos para estruturar territórios vivos: resilientes, inclusivos, eficientes e culturalmente enraizados.

Debate com rigor técnico o potencial do cânhamo industrial como fronteira de bioeconomia circular no Nordeste. O foco é biomateriais — fibras, biocompósitos, têxteis, embalagens e insumos agrícolas — e os requisitos para escalar com segurança: marco regulatório, rastreabilidade, gestão de água e energia e governança de cadeia. Avalia o que é viável no curto e médio prazo, quais cadeias podem estruturar valor no território e como evitar concentração econômica e greenwashing.

Conecta três agendas inseparáveis no território: saúde pública, agricultura e saneamento. A transição ecológica justa só acontece quando melhora a vida cotidiana — reduzindo doenças evitáveis e garantindo água, alimento saudável e dignidade. Debate políticas integradas que transformam passivos em ativos: compostagem, bioinsumos, reuso seguro e manejo de resíduos orgânicos — tendo o bem comum como régua de decisão para proteger a vida e fortalecer economias locais.

Reposiciona a alimentação como eixo de transformação ecológica: um sistema que conecta território, cultura e circularidade para reduzir desigualdades e gerar resiliência climática. Debate como construir cadeias alimentares regenerativas — agroecologia, compostagem, mercados locais e compras públicas — transformando passivos em ativos: resíduos orgânicos viram bioinsumos, desperdício vira renda. O Nordeste como laboratório de sistemas alimentares circulares com justiça territorial.

Bordando o Futuro: desafios e caminhos para as novas economias” é uma narrativa potente que conecta trabalho manual, feminilidade, cultura, paciência e construção coletiva — tudo que a transição ecológica exige. O “bordar” é metáfora perfeita: cada ponto é um projeto, cada linha é uma aliança, cada cor é um saber, e o tecido final é o legado.A plenária de fechamento do FNEC Fortaleza é um ritual de pactuação e inauguração, com compromissos concretos.

O painel aborda o papel dos consórcios intermunicipais como estratégia para ampliar a escala e a eficiência das políticas de economia circular, especialmente na gestão de resíduos. A discussão explora como a cooperação entre municípios pode viabilizar soluções compartilhadas, otimizar recursos, fortalecer a governança regional e acelerar a transição para sistemas mais sustentáveis, inclusivos e integrados nos territórios.

Com a participação de Henrique Vasquez, gerente da FINEP, esta sessão apresenta de forma acessível as oportunidades da chamada Finep Mais Inovação Brasil — Rodada 2, voltada ao apoio de projetos inovadores nas áreas de economia circular e cidades sustentáveis. Durante o encontro, serão explicados os objetivos do edital, as possibilidades de financiamento disponíveis e os tipos de projetos que podem ser apoiados, além de um espaço aberto para perguntas do público. A iniciativa disponibiliza R$ 150 milhões em recursos de subvenção econômica para empresas que desenvolvem projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação com risco tecnológico, incluindo soluções relacionadas à economia circular, saneamento, água, químicos de base renovável, materiais, construção e outras tecnologias inovadoras. A sessão é uma oportunidade para entender melhor como acessar os recursos e esclarecer dúvidas diretamente com a equipe da FINEP, em linguagem clara e voltada ao público do Fórum.

Este painel inovador discute a cultura como infraestrutura viva, essencial para o desenvolvimento dos territórios e para as “Economias da Vida”. Transcende a visão material, focando em como expressões culturais, saberes locais e identidades coletivas constituem a base para a resiliência e a apropriação da Economia Circular. Serão explorados exemplos de como a valorização cultural impulsiona projetos regenerativos e fortalece a coesão social, construindo um futuro mais autêntico e sustentável localmente, demonstrando a potência da herança imaterial na transformação ecológica.

O painel propõe uma reflexão sobre o papel da memória, dos saberes ancestrais e das identidades culturais na construção de caminhos regenerativos para o presente e o futuro. A partir de diferentes experiências territoriais, a discussão evidencia como práticas tradicionais, patrimônios culturais e modos de vida conectados à natureza oferecem referências fundamentais para a transformação ecológica. Ao integrar cultura, território e regeneração, o debate reforça a importância de reconhecer e valorizar as histórias, os conhecimentos e as comunidades que sustentam as economias da vida.

A Economia Azul representa um novo paradigma de desenvolvimento sustentável, posicionando oceanos, rios e zonas costeiras como eixos estratégicos de geração de riqueza, inovação e equilíbrio ambiental. Com um vasto patrimônio marinho, o Brasil tem potencial para liderar um novo ciclo baseado em energia renovável, biotecnologia, logística e biodiversidade. Integrando ciência e saberes tradicionais, a Economia Azul impulsiona emprego, justiça climática e soberania, afirmando o oceano como um dos principais caminhos para a transformação ecológica.

O mundo muda rápido — mas nem todas as mudanças chegam ao mesmo tempo para todos os territórios. Este laboratório traz ao Nordeste uma metodologia internacional de leitura de sinais e construção de futuros, aplicada ao contexto real de quem atua com transição ecológica, economia circular, políticas públicas e desenvolvimento territorial.
Conduzida por Marieke van der Poel (Proef & Company), a oficina une visão conceitual e aplicação pragmática: você aprende a identificar tendências macro relevantes, conectá-las ao seu contexto e público específico, e transformar esses insights em direcionamentos viáveis — com clareza e timing.
A partir de cases reais e exercícios guiados, os participantes saem com um mini “mapa de ação” aplicado ao seu próprio desafio — seja uma iniciativa, organização ou território.
VAGAS ESGOTADAS

O Banco Palmas é o primeiro banco comunitário do Brasil e uma das experiências mais completas de economia circular em território popular. Localizado no Conjunto Palmeiras, periferia de Fortaleza, combina moeda social própria, crédito para produção local, ecoponto de recicláveis, composteiras e usina comunitária de energia solar — tudo gerido pela própria comunidade.
Nesta visita técnica, os participantes do Encontro Nordeste de Economia Circular terão a oportunidade de conhecer de perto essas práticas, mediada pelos próprios técnicos do Banco Palmas.
VAGAS ESGOTADAS

A atividade inclui visita guiada às cozinhas pedagógicas, à horta agroecológica e aos espaços formativos da Escola, com apresentação das metodologias que conectam educação, cultura e desenvolvimento social.
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Como parte dos side events do FNEC Fortaleza, participantes do Fórum serão convidados a vivenciar o Complexo Ambiental da Sabiaguaba (COMAGS) — um equipamento público único que integra memória, gastronomia e natureza na zona leste de Fortaleza.
A visita percorre o Centro de Memórias Raízes da Sabiaguaba, passa pela degustação da culinária territorial e culmina em um passeio náutico pelo Rio Cocó — conectando história, território e sustentabilidade numa experiência imersiva.
VAGAS ESGOTADAS
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